Check list: Movies and interview

As últimas semanas estão cheias de bons lançamentos e novidades no cinema e nas livrarias também. Como boa admiradora deste universo, fico tão contente em acompanhar novas histórias, mesmo que elas sejam relançadas ou que destaquem aquele lado insider da vida de grandes ídolos. Gosto da surpresa!

Entre um dos longas que me conquistou recentemente está ”A Star is born”. Contracenando com Bradley Cooper, Lady Gaga é a protagonista Ally, filme que marca a estreia do galã hollywoodiano como diretor. É a quarta versão do filme, tendo a primeira, em 1937, estrelada por Janet Gaynor. Em 1954, foi a vez de Judy Garland dar vida à protagonista. Barbra Streisand e Kris Kristofferson formaram o casal principal da versão de 1977. Mais do que uma história de amor, ele fala sobre a importância de estar atento às oportunidades e, principalmente, como traumas de infância podem nos acompanhar por toda a nossa vida.

Na lista de filmes que preciso assistir, há um nome no topo. ”Bohemian Rhapsody” é o longa mais falado do momento e, pelo que estou lendo, é incrível e reconta a trajetória de uma das bandas mais importantes e transgressoras do rock – o Queen. Sou fã absoluta do quarteto inglês e, inclusive, quem leu meu livro ”Moda à Brasileira” viu selecionei uma foto do líder Freddie Mercury no moodboard de inspirações. Afinal, ele é uma das principais referências de estilo até hoje, com toda sua evolução estética desde o início da carreira, nos anos 1970, até 1991, ano do seu falecimento. Assim que voltar da praia, vai ser prioridade assistir ao longa. Fiquei sabendo que os personagens são tão ”reais”, que chega a ser assustador o quanto eles se parecem (principalmente o guitarrista Brian). 

Há outro acontecimento que vale destaque. A nossa übermodel Gisele Bündchen veio ao país para apresentar o seu livro ”Aprendizados”, em que compartilha todas as suas experiências e conta como foi o seu amadurecimento desde que saiu de casa aos 14 anos. Daquele tempo até hoje, a modelo releva que passou por momentos que precisou encontrar força dentro de si, lidar com problemas de auto-estima e outros desafios. Já tive a oportunidade de encontrá-la e ela é exatamente esta luz e boa energia que ela quer passar adiante e ajudar pessoas que passam por diversas situações difíceis, mesmo que distantes. Para Gisele, a publicação funciona como uma espécie de carta aberta que fez para ajudar quem não conhece e que precisa destes conselhos. Uma prévia está na entrevista que Pedro Bial fez na casa da brasileira nos EUA. Por aqui, Helena Lunardelli teve a oportunidade de ir ao lançamento – e tem até exemplar autografado para o F*hits.

Aqui estão alguns destaques do que há de especial para assistir e ler nas próximas semanas. Com alguns feriados à vista, vale a pena escolher o dia certo para dedicar a cada um deles.

 

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Must watch: O Mecanismo

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Quem me conhece sabe que adoro seriados, a ponto de assistir uma temporada inteira em um final de semana. E, após Downton Abbey e Mr. Selfridge, fiquei fã de O Mecanismo, uma série brasileira exclusiva do Netflix. O primeiro episódio entrou na plataforma perto do final de março e já causou burburinho imediatamente. Isso porque a história, que mistura realidade e ficção, é inspirada em um dos maiores escândalos políticos do Brasil… a operação lava jato.

Criado por José Padilha e Elena Soárez, o seriado reúne um elenco muito especial. O delegado Marco Ruffo, representado por Selton Mello, é o protagonista e responsável por surpreender o espectador, com seu faro fino para descobrir crimes e pessoas envolvidas neles. Ao seu lado, a fiel escudeira Verena, vivida pela atriz Carol Abras, que participa – e toma frente – de várias situações arriscadas (principalmente, quando Ruffo não pode aparecer).

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Do lado corrupto, uma série de personagens que remetem algumas posturas adotadas pelas suas respectivas inspirações. E é fácil de identificar quais são os nomes da vida real. Há desde os 13 empreiteiros aos políticos, incluindo presidente, vice-presidente e outros políticos envolvidos no caso, que foi descoberto em 2014. Arte-3

O assunto é polêmico e não é a minha intenção discutir mas que eu amei Amei!! E passei meu último final de semana”grudada” na tela do computador ☺ minha opinião? Vale a pena 😉

 

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Must talk: A 75ª edição do Golden Globe

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A noite passada foi, na minha opinião, memorável. Em Beverly Hills, aconteceu a 75ª edição do Golden Globe, a premiação que foi além dos troféus e bons vestidos longos. Desta vez, as atrizes foram ao tapete vermelho com um protesto importante, o movimento Time’s Up Now, que convida mulheres para lutarem contra o assédio sexual. O que se viu? Apresentadoras, indicadas e convidadas estavam vestidas de preto como apoio a campanha internacional. Todas elegantes, mas com um recado a passar a diante. Teve um discurso emocionante de Oprah Winfrey, primeira mulher negra a receber o prêmio Cecil B. DeMille,  e palavras de Meryl Streep, Michelle Williams e Emma Watson.

Entre as criações eleitas pelas estrelas, o preto mostrou que, cada uma delas, revelou sua personalidade com detalhes, modelagens e materiais, mostrando o poder da cor! Para começar, Nicole Kidman, a ganhadora do prêmio de melhor atriz, optou por uma criação de Clare Waight Keller para a Givenchy. O modelo combinava transparências, brilhos, babados localizados nas mangas e uma saia com caimento impecável. Já Jessica Biel apostou no longo Dior, que mesclava tule preto e uma aplicação de veludo em formato de “C”, que começava no decote tomara-que-caia e ia até metade da saia. Com ponto de cor na parte superior, a atriz Allison Williams vestiu o longo preto bordado de verão 2017 da Giorgio Armani.

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Entre tantos bordados e mix de texturas, algumas musas investiram em versões clássicas. Viola Davis escolheu um Brandon Maxwell, com decote princesa, e acrescentou colares de pérolas para deixar o visual ainda mais sofisticado. Dakota Johnson foi com um longo assinado por Alessandro Michelle para a Gucci, com um cinto de fivela metalizada e costas com laço de tachas miúdas que cobriam toda a saia de tule. Deslumbrante como sempre, Jessica Chastain atravessou o tapete vermelho à bordo de um Armani Privè com bordados laterais e corte que destacou ainda mais a sua silhueta.

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A estrela de Outlander, Caitriona Balfe, surgiu com uma peça de Alta Costura da Chanel, com alças feitas com tweed e duas mangas formada com babados e desfiados, que se repetiam na saia. Os cabelos partidos de lado, com efeito glossy, deram modernidade ao look. Mostrando que nunca é cedo para protestar, Millie Bobby Brown, de Stranger Things, atraiu os holofotes durante a premiação da noite vestindo Calvin Klein por Raf Simons com uma espécie de gola-capa que criou ondulações nas laterais. Alison Brie surpreendeu! O vestido volumoso de Vassilis Zoulias sobrepôs a calça de alfaiataria, vista por uma das fendas. Adorei! Sarah Jessica Park elegeu um Dolce& Gabbana, que trazia diversos elementos, entre tule, renda, corset, cetim, veludo e cinto de cristais.

Foi lindo ver este time em prol de uma causa. Um momento para quebrar o silêncio e representar mulheres do mundo todo. “Por muito tempo as mulheres não foram ouvidas e foram desacreditadas quando ousaram falar a verdade para os homens, mas esse tempo acabou. Um novo dia está no horizonte. E, quando chegar, será por causa de muitas mulheres maravilhosas, muitas delas estão aqui. Quem sabe nesse dia nenhuma mulher terá que dizer eu também”. Amém, Oprah!

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