A linda Lana del Rey

Fui pega pelo hype da Lana del Rey quando ela foi capa da Vogue UK há alguns meses. Sabia do sucesso que ela andava fazendo nos iPods e tablóides, mas quando vi a mocinha estampada em páginas da revista de moda, com todo o seu visual poderoso e escolhas tão parecidas com as que eu gosto… ah, aí ela me cativou!

Quem acompanha meu blog há tempos sabe da minha paixão por uma beleza mais clássica, até um pouco cinquentinha – década em que as mulheres exalavam o máximo de feminilidade e glamour, na minha opinião. Pois Lana defende tudo isso! Seu visual já se tornou tão característico, tão seu, que a inspiração que chamamos de ‘lanismo’ está correndo solto em tudo quanto é canto nas publicações, passarelas e, claro, na vida real.

O clássico look à la Lana não pode vir desacompanhado de um belo delineador grosso e gatinho, pele bem feita e boca quase ao natural. O cabelo é bem característico da década de inspiração, volumoso e com leve ondulações nas pontas, conseguidos com uma escova modelada bem feita. Nada de chapinhas e babyliss aqui! E as unhas? Compridas e arredondadas, do jeitinho que venho adotando as minhas desde o ano passado. É ou não é uma sinergia de beleza? Rs!

As fotos são todas da Zoo Magazine, em que ela foi capa e recheio nesse mês.Tem como negar que estamos diante da musa de 2012?

O incrível Gatsby

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Estão dizendo aqui em Nova York que a cidade só teve dois assuntos no último mês: Punk e Gatsby. Enquanto ainda não visito a exposição no Metropolitan para contar aqui (ainda essa semana vou, prometo!), posso dizer que me rendi ao segundo tópico e fui correndo no fim de semana assistir ao que intitulam ‘o filme do ano’. E que sufoco! As sessões estavam esgotando super rápido e o jeito foi garantir o ingresso com antecedência e pro finalzinho do domingo, horário menos disputado e mesmo assim a sala estava lotada. Que fenômeno esse Gatsby hein?

É até difícil começar a falar do filme sem contar nenhum spoiler, mas vou tentar ;P Quem já conhece o trabalho do Baz Luhrmann em Romeu + Julieta e Moulin Rouge sabe o estilo dele, que se repete nesse novo filme: são quatro personagens principais – a história intensa, o cenário de encher os olhos, o figurino maravilhoso e a trilha sonora de arrepiar. Com tantas informações em todos os segundos, fica até difícil fixar no todo (ainda mais quando se assiste ao filme sem legenda! rs), mas Gatsby ganha por isso – é uma imersão tão grande que nós sonhamos em estar lá, vivendo aquele mundo, indo naquelas festas e vestindo aquelas roupas. Juro, as roupas são um capítulo a parte e merecem todo o reconhecimento. Palmas para a Prada, Brooks Brothers e Tiffany & Co.! Uma dica que uma professora da FIT deu e que aconselho todo mundo a notar é como o figurino muda junto com os acontecimentos das vidas dos personagens. Bem interessante de observar!

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Já que não vou falar da história, e a trilha??????? Amo os filmes de Baz porque ele sempre faz isso, mistura uma história de época com músicas modernas, de artistas que ouvimos no rádio. Acho isso um toque de mestre que deixa a obra toda mais interessante ainda. Um exemplo? Os jardineiros trabalhando ouvindo ‘Crazy In Love’ da Beyoncé, o pessoal dançando nas festas com Fergie e Will.i.am e as cenas em NY com Jay Z no fundo. Juro. Arrepios. O tema do casal principal, by Lana Del Rey, é também a que mais toca durante o filme desdobrada em mil arranjos, dando uma impressão de continuidade linda. O clipe saiu esses dias e é impossível não amar!

Animados para ver O Grande Gatsby? Já tinha lido o livro (é curtinho, nem chega a 200 páginas – vale a pena!) e achei a adaptação fiel e emocionante (e para quem é nerd como eu e quer entender melhor toda a história, recomendo esse e esse vídeos do Crash Course que analisam a trama!) No Brasil, o longa estreia no começo de junho.

– Nathalie

Chelsea Hotel #2

Lana Del Rey é figurinha carimbada aqui do blog, né? Adoro muito o seu estilo, suas músicas com um feeling mais antiguinho e toda essa imagem de ‘diva melancólica’ que ela passa kkk! É por isso que não podia deixar de vir compartilhar seu novo clipe que saiu na semana passada e que embalou o meu feriado.

Lana fez uma versão liiinda de Chelsea Hotel No 2, canção de Leonard Cohen lá de 1974. Nesse novo arranjo, feito só com voz e violão, Lana canta no tradicional hotel novaiorquinho, cidade-natal também da moça. Veja só:

Sou só eu ou vocês também ficam reparando na maquiagem de Lana em cada close? Dá-lhe cílios postiços!