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Hubert de Givenchy: The icon

Givenchy

Há nomes que transformam completamente a moda e o mundo. Na segunda-feira passada, amanhecemos com uma notícia triste. Hubert de Givenchy, fundador da casa que leva o seu sobrenome, faleceu no sábado, aos 91 anos. Ele, sem dúvida, foi um dos grandes gênios da Alta Costura e referência de bom gosto e elegância. Tais características foram responsáveis por cativar atrizes do cinema, como a sua musa eterna Audrey Hepburn, além de Elizabeth Taylor e da icônica primeira-dama norte-americana Jackie Kennedy.

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O pisciano iniciou sua trajetória na moda trabalhando para Lucien Lelong, ao lado de Pierre Balmain e Christian Dior, no final da década de 1940. Na sequência, Givenchy foi trabalhar com Elsa Schiaparelli, começando como assistente da estilista e, pouco tempo depois, assumindo o posto de diretor de criação.Givenchy3Anos mais tarde, após sair da maison de Schiaparelli, em 1952, ele criou sua marca homônima e, a partir daí, conquistou uma série de fãs. A mais marcante de todas foi Audrey Hepburn – na vida real e no cinema. Essa parceria começou quando a atriz foi visitar seu atelier e Hubert acreditava que a estrela era Katharine Hepburn. Quando ele viu Audrey, magrinha e delicada, se apaixonou imediatamente por toda sua sofisticação e personalidade. Foi para a sua personagem em “Bonequinha de Luxo”, de 1961, que Hubert desenhou o vestido “pretinho básico”. O sucesso foi tão grande que as criações se estenderam para o figurino de outros filmes, como “Como Roubar Um Milhão”, “Cinderela em Paris”, “Sabrina”, “Funny Face”, entre outros. Fora de cena, outros looks marcantes foram o vestido brocado marfim da Givenchy, em 1954, quando usado por Audrey para receber o Oscar de Melhor Atriz pelo longa “A princesa e o plebeu” – e, segundo a diva, foi o seu vestido “amuleto”. Já para o seu segundo casamento, em 1969, uma proposta moderna – um vestido de comprimento mini, com mangas longas e rosa.

Além da relação com Audrey Hepburn e o cinema, o estilista deu vida à marca criando peças Prêt-à-Porter, em 1954, lançando suas coleções masculinas a partir de 1969 e levando sua etiqueta a Nova York em 1976. No final dos anos 1980, o grupo LVMH adquiriu a grife e, em 1995, o estilista deixa o seu cargo criativo para John Galliano. Na sequência, Alexander McQueen e Riccardo Tisci foram outros nomes que ocuparam a direção da marca e, há quase um ano, Clare Waight Keller foi apontada como a nova responsável pelas coleções da Givenchy.

Um legado inspirador, cheio de encanto e, acima de tudo, alguém que amava o que fazia. Hubert de Givenchy foi um dos grandes presentes para a moda. E será sempre lembrado!

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